O refinamento da imagem por Leila Da Cruz



Leila Da Cruz é designer e artista visual. Nos últimos 10 anos tem trabalhado com moda, por meio da sua marca Leila Da Cruz; design de joias e artes visuais, especialmente na sua investigação de mestrado em que desenvolveu uma coleção de joalheria de arte que intitulou Constelações Urbanas e que tratou de territorialidade, pertencimento e espelhamento, através da ideia de similitude entre a configuração luminosa das cidades vistas por imagens de satélite e as constelações. 
Dessas reflexões sobre espelhamento e rebatimento desdobraram-se os projetos de arte conceitual Palíndromo 303 e Mira Mirror___Ecos Visíveis. No primeiro Leila experimenta a simetria da palavra no fenômeno linguístico palíndromo e utiliza defrontação dessas palavras pintadas em instantâneos produzidos em pequenos formatos ou em intervenções performativas no espaço urbano. No segundo, uma série de auto-retratos é produzida incorporando a natureza os elementos das superfícies reflexivas que encontra pelo caminho nos registros de suas circulações por Salvador, Cidade do México, Havana e agora Santiago, Chile.
Outro projeto recente é o Hand Sculpture, em que se registram esculturas performativas de suas mãos e que segue sendo desenvolvido e os resultados tem sido expostos em Madri e na Áustria. Pretende-se uma exposição desses trabalhos em Salvador em 2016.



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